sábado, 29 de agosto de 2009

“Humano, demasiado humano...”

Victor Rocha Nascimento

As vezes da vontade de pular fora ou sei lá.

É tanto conflito bobo, tanta birrinha, tanta palhaçada. Não sei se isso é para mim. As coisas são tão simples e parece que as pessoas se divertem complicando tudo.

Ok, pode ser soberba ou prepotência e eu tento não ser assim, mas têm horas que é foda aguentar.

Será que eu ainda não me achei, não achei meu grupinho? Será que é falta disso? Ou será que é só uma longa crise de mau humor?

Talvez eu esteja voltando à era das reflexões e, de tanto refletir, tudo passe a ser banal. Isso não deve ser muito bom para o meu social... Mas tanto faz também.

Daí vem a incomoda escolha de sempre entre a verdade e a felicidade. Seria melhor ser ignorante e feliz? Seria melhor me divertir, me magoar, me envolver com coisas idiotas só para me encaixar mais nesse mundinho?

Ai, ai... Que bosta de sentimento qualificador. É tão complicado encontrar bons amigos para conversar... Imagine então uma mulher para dividir a vida.

Melhor calar a boca e deixar tudo para lá. Qualquer hora isso passa e eu volto a ser eu. Ou não.